Autoestima

Você gosta do que vê quando se olha no espelho? Você se olha no espelho? A insegurança bate? Nessa reflexão, vamos abordar sobre nosso olhar, e como, na maioria das vezes, focamos naquilo que não gostamos. Gerando assim um ciclo vicioso de inseguranças, baixa auto estima e até depressão.
Quantas vezes a gente não pega pesado com si mesmo? A gente é capaz de se colocar pra baixo com nossos próprios pensamentos e seguimos repetindo isso, mesmo que de forma inconsciente. Criamos uma linguagem interna, uma forma de conversar com a gente e isso nem sempre acontece da forma mais amorosa, né?! Eu mesma já vivi esse ciclo sobre como costumava conversar comigo, sempre dura, crítica, me colocando pra baixo, sem nem perceber.
Autoestima: pode ser definida como o quanto você gosta, aceita e respeita a si mesmo como uma pessoa de valor e digna. É ela que determina o seu grau de motivação, entusiasmo e energia direcionada à determinada ação. Quanto mais envolvido e concentrado com atividades diárias que te levem à “pessoa que gostaria de ser (eu ideal), maior será a sua autoestima.
Autoimagem: é o que você pensa, sente e vê sobre si mesmo, como um “espelho interno”.  O que você pensa ao seu respeito gera comportamentos coerentes fazendo com que você se comporte de tal forma. Se você pensa que não é capaz é exatamente assim que agirá e se comportará. Assim sendo, se enxergue de forma diferente e terá comportamentos e atitudes diferentes, logo, seus resultados também serão diferentes.
Perceba no seu dia a dia a maneira como você se enxerga, a maneira como você tem seus diálogos internos, a maneira como você se trata. Quais tipos de emoções você desperta dentro de si, a partir desses comportamentos? Uma coisa é você se empoderar no dia a dia, reafirmar padrões de pensamento positivos. Outra coisa é você diariamente se desencorajar, despertar dentro de si vergonha, alimentar sua própria insegurança com pensamentos, frases e padrões negativos.
Se você deseja verdadeiramente uma mudança, especialmente em relação à insegurança, algo que precisa vir de dentro para fora, comece a se observar mais. Quando a gente se permite reconhecer e até conhecer melhor esses lados de sombra na nossa personalidade, podemos então ir trazendo luz e abrindo espaço para se transformar, para viver de forma mais leve. 
 Agora reflita, qual a imagem você tem de você mesmo? Esses pensamentos têm te ajudado ou te impedido de buscar seus sonhos?
Daiane Leandro
Coach Integral Sistêmico 
Life & Relacionamentos
Ministrante Oficial do Best Seller – O Poder da Ação
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